quinta-feira, 28 de julho de 2016

VIDA É MOVIMENTO E TRANSFORMAÇÃO

Dentre as Características Gerais dos Seres Vivos estão movimento e transformação. O metabolismo(do grego “metabolé”, significa “mudança, troca”), que fornece matéria e energia para que um corpo se mantenha vivo e em constante atividade,é a transformação da matéria orgânica incorporada e transformada pelas inúmeras reações químicas em síntese e degradação de nutrientes para o crescimento e a reprodução, alem da liberação da energia vital.

Albert Einstein, em carta ao filho Eduardo em 1930, já dizia:“A vida é como andar de bicicleta. Para se equilibrar é preciso estar em movimento.” Manter o organismo em equilibro (Homeostase) requer movimento. A vida exige movimento. Nenhum ser vivo se mantem vivo estando parado. Fazendo uma analogia com a frase de Einstein, uma pessoa equilibrada precisa estar em constante movimento e transformação. Andar de bicicleta exige atividade de vários muculos: glúteo máximo, reto femoral, vasto medial, vasto lateral, tibial anterior, gastrocnêmio, bíceps femoral cabeça longa, semimembranoso...no ciclismo, como na vida, quem não se arrisca a cair não se equilibra. 

Como tudo que existe estamos sempre em transformação, e como seres humanos somos corresponsáveis pelas nossas escolhas. Ficar parado, deixando a vida te levar não vai fazer você melhorar. Doenças, tristezas e dores só existem para quem tem o privilegio de estar vivo! Altos e baixos marcam a nossa existência e a oscilação torna a vida prazerosa. Numa analise do ritmo cardíaco podemos ver isto: a vida pulsa em movimentos de altos e baixos, a linha reta no eletrocardiograma é a morte. Vida é movimento, é mudança, é transformação. Tudo muda e tornará a mudar num ciclo incessante. Tempo é movimento, não desperdice o seu.  O agora é o limite de um tempo que se finaliza e de um tempo que se inicia. 
 “... só o presente existe de fato; o passado e o futuro, não sendo presentes, não existem efetivamente. Em outras palavras: é-lhes negado o próprio ser.”
Fernando Rey Puente

Quando a gente é capaz de compreender isto passamos a ver a vida de outra forma,  nos movimentamos para transformar o agora, porque ele e o limite do passado (que a se foi) e do presente (que não sabemos como será). Agarramos a vida com uma enorme vontade de  mudança, de viver com profundidade e grandeza de espirito o agora (o mediador entre o tempo  anterior e o posterior).


Todo Ser Que Respira Louve ao Senhor! (Salmos 150:6).
Louvai ao Senhor!

Respire e Ação!
A respiração traz a nossa atenção para o tempo presente  

Glaucia Esteves 01:37
28 de Julho de 2016

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Mutum de Alagoas sera reintroduzido Natureza

Mutum-do-nordeste (Mitu mitu mitu)
Também conhecido por Mutum-de-alagoas, este animal possui cerca de 90 cm de comprimento, plumagem preta com reflexos azuis e bico vermelho.
Imagem: geralforum.com
O Instituto de Preservação da Mata Atlântica (IPMA) tem realizado programas de educação ambiental, para reintrodução desta ave, extremamente ameaçada de extinção, devido à caça e à destruição de seu habitat para plantação da cana-de-açúcar.

O mutum será introduzido primeiramente na Usina Utinga Leão, em Rio Largo. 

O nome mutum (Mitu mitu) por qual é conhecido é derivado da palavra da língua tupi guarani ”mitú”. Esse nome é como se fosse uma onomatopeia, criado pelos índios para retratar os sons que esse tipo de pássaro fazia.

Neste final de semana tive a oportunidade de conhecer o representante do IPMA, Fernando Pinto, um idealista comprometido com a ideia de fazer com que os alagoanos conheçam o mutum. Segundo Fernando Pinto, ainda este ano um casal de mutuns será reintroduzido a natureza.





sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Indicacao da leitora


EDUCAÇÃO, CONVIVÊNCIA E ÉTICA: Audácia e esperança
Cortez Editora
Autor: Mario Sergio Cortella


Cada dia fico mais encantada com este grande Mestre, Mario Sergio Cortella!!!


O livro: Educação, convivência e ética – audácia e esperança!, foi lançado o ano passado pela Cortez Editora, com 120 paginas e 10 capítulos, onde o filosofo, professor e autor defende a ideia de que ainda dá tempo de mudarmos nossa sociedade com ética e convivência. O livro traz reflexões urgentes para pais, docentes e educadores. Alguns trechos que destaquei no livro:
  • Educar e tarefa permanente. Não se limita apenas a sala de aula.
  • Escolarização é uma parte da Educação.
  • Não existe ética individual.
  • A ideia dos últimos dois séculos da natureza como outro vai introduzir uma referência: ética é convivência. A vida, acima de tudo, é condominial. Domus, do latim, significa “casa”, versão do grego ethos. No grego arcaico, casa é óikos, no primeiro conceito era ethos, a “morada do humano”, usado até o século VI a.C. como “o nosso lugar”, aquilo que nos caracteriza, o nosso carácter. Não é casual que os lusitanos coloquem o “c”, porque aí está o que nos caracteriza. O que nos dá identidade é onde nós vivemos, o mundo que nos cerca.
  • Eu sou alguém que quer preservar a integridade. Logo, a minha casa tem de ficar íntegra, tem de ficar inteira.
  • Integridade é um fundamento ético que deve ser internalizado e praticado. Concepção e prática. 
  • Ética (como conjunto de princípios e valores) e moral (a prática que se desdobra a partir deles) são algo a ser vivenciado. Essa EDUCAÇÃO, CONVIVÊNCIA E ÉTICA acontece prioritariamente na família, como instituição de origem e destino, e secundariamente na escola, como instituição formal de Educação.
  • Ser responsável pela formação de pessoas é assumir com honestidade de propósitos aquilo que se pratica. Portanto, se formo para o bem, a crítica e a responsabilidade irão nessa direção. Criticar é ser capaz de escolher o que se aceita e o que se rejeita. Se, em vez de formar, eu oculto a realidade, ou finjo que não é como é, o máximo que consigo formar é uma pessoa alienada.
  • Não somos um animal de adaptação, mas de integração. Quando alguém se adapta a uma situação, é por ela absorvido. Quando alguém se integra, passa a fazer parte. Quando adaptado, é parte, tem uma postura passiva. Quando integrado, faz parte, a postura é ativa.
  • Tenho de preparar pessoas que sejam capazes de viver nesse meio, sem por ele serem derrotadas.  
Mario Sergio Cortella nasceu em Londrina/PR em 1954. É filósofo e escritor, com Mestrado e Doutorado em Educação, professor-titular da PUC-SP (na qual atuou por 35 anos, 1977-2012), com docência e pesquisa na Pós-Graduação em Educação: Currículo e no Departamento de Teologia e Ciências da Religião. É professor-convidado da Fundação Dom Cabral (desde 1997) e no GVpec da FGV-SP (1998-2010). Foi Secretário Municipal de Educação de São Paulo (1991-1992), tendo antes sido Assessor Especial e Chefe de Gabinete do Prof. Paulo Freire. É autor, entre outras obras, de A Escola e o Conhecimento, Nos Labirintos da Moral, com Yves de La Taille, Não Espere Pelo Epitáfio..., Sobre a Esperança: Diálogo, com Frei Betto, Viver em Paz para Morrer em Paz: Paixão, Sentido e Felicidade, Política: Para Não Ser Idiota, com Renato Janine Ribeiro, Escola e Preconceito: Docência, Discência e Decência, com Janete Leão Ferraz (Ática) e Qual é a tua Obra? Inquietações Propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética.

Sobre ética

Foto Glaucia Esteves

Sobre Esperança

Foto Glaucia Esteves