domingo, 28 de outubro de 2012

USO DOS RECURSOS NATURAIS E PRESERVAÇÃO

Gosto muito deste vídeo que foi produzido por alunos de uma Universidade (USJT), sobre conscientização dos recursos naturais e preservação ambiental.

DOMINGO NO CEPA

O CEPA, agora, é um ESPAÇO DE LAZER para toda comunidade de seu entorno (Pinheiro, Farol, Bebedouro, Pitanguinha e adjacências).  Hoje pela manhã, houve a abertura do projeto DOMINGO NO CEPA, mas as atividades se estenderão durante todo o dia.
Confira a programação e leve sua Família:

  • Abertura: 9h  com a apresentação da  Banda de Música do 59ºBIMTZ (Batalhão de Infantaria Motorizado), Hasteamento  da bandeira e coral infantil da Igreja Assembléia de Deus Madureira, do Bom Parto.
  • 10 às 17h: Rapel, paredão de escalada no projeto Radical Kids, ciclismo, passeio à cavalo, Torneio de Futebol, palhaços, cama elástica, brincadeiras e muito mais.
  • 10 às 11h : Nado sincronizado na piscina do CDR (profª. Erielza).
  • 11 às 12h: Palestras sobre primeiros socorros com o Corpo de Bombeiro Militar, no Auditório da 15ªCRE
  • 12 às 13h: Palestra sobre desarmamento,no Auditório da 15ªCRE 
  • 14 às 15h: Apresentação de capoeira
  • 15 às 17h: Corridas em saltos em pista de Atletismo
  • 16 às 17h: Apresentação hip hop

























sábado, 27 de outubro de 2012

O MITO DA CAVERNA

Quantas vezes julgamos as coisas apenas pela imagem que vemos nelas? Muitas vezes nós nos deixamos levar pelas aparências e não procuramos saber qual é o real significado das coisas

O Mito ou alegoria da Caverna foi escrito pelo filósofo Platão e está contido em “A República”, no livro VII. Na alegoria narra-se o diálogo de Sócrates com Glauco e Adimato. É um dos textos mais lidos no mundo filosófico. Platão (428-347 a.C.) criou a alegoria do mito da caverna para ilustrar seu pensamento, explicando melhor a evolução do processo de conhecimento e a diferença entre a realidade e as projeções falsas ou incompletas feitas dela, as sombras.

Senso comum e Conhecimento Científico 


O senso comum é uma das formas de conhecimento primárias do ser humano. Através de nossas experiências e tradições, buscamos elementos que expliquem a realidade. No entanto,  devemos buscar realizar a passagem gradativa do senso comum para um conhecimento mais racional, organizado e sistematizado, capaz de fornecer respostas cada vez mais elaboradas para os problemas cada vez mais complexos de nossa existência.  
“Teorias são redes; somente aqueles que as lançam pescarão alguma coisa.”Novalis

O MITO

Imagine uma caverna subterrânea que só tivesse uma única entrada, cuja luz só pudesse penetrar por essa passagem. Dentro dessa caverna vivem seres que estão aprisionados por grilhões desde a infância, de forma que eles nunca puderam olhar a não ser para o fundo da caverna. Da parte de fora da caverna existe uma fogueira acesa ao longe, que brilha por detrás deles. Entre a fogueira e os seres aprisionados, existe uma estrada, e um pequeno muro, semelhante a um tapume de teatro de marionetes. Imagine agora, que os homens que passam por essa estrada carregam todos os tipos de utensílios, de todas as formas, uns falando e outros sem dizer nada. O que os prisioneiros podem ver são apenas as sombras projetadas no fundo da caverna, com suas distorções e irregularidades, visto que a fogueira não emite uma luz estável. Para esses seres o que eles vêem é o mundo real. O que eles ouvem não passa de uma amalgama de ecos, pois os sons se misturam ao entrar na caverna. Se alguém soltasse um desses prisioneiros, e o forçasse a endireitar-se, voltando os seus olhos para a luz, todos esses movimentos o fariam sofrer, e o ofuscamento o impediria de olhar os objetos os quais, há pouco, ele só conhecia as sombras. Quando ele já estivesse acostumado com a claridade, ele ficaria imensamente embaraçado em constatar que os objetos reais são muito diferentes daquilo que ele acreditava, conhecendo apenas suas sombras. Imaginemos ainda que ele fosse obrigado a sair da caverna, à luz do Sol. Ele sofreria muitíssimo, e ficaria até revoltado por ter sido arrastado à luz, pois os seus olhos ficariam completamente ofuscados pelo brilho do sol, impedindo até que ele olhasse os objetos que dizemos serem verdadeiros. Para ele habituar-se, e ver esse mundo superior, inicialmente ele veria com mais facilidade as sombras, depois as imagens dos homens e dos objetos refletidos na água, depois os próprios objetos, depois a luz dos astros e da lua, e finalmente o sol da forma com que ele é. Pôr conseguinte ele compreenderia acerca do Sol, que é ele que produz as estações e os anos, que governa as coisas do mundo visível, e que de alguma maneira, é a causa de todas as coisas que ele e seus companheiros viam refletidas dentro da caverna. Depois de então conhecer as coisas como elas realmente são, esse ser obviamente não iria querer novamente aquela vida da caverna, mas imaginemos que ele voltasse à caverna. Inicialmente a escuridão ofuscaria a sua visão momentaneamente, e os seus companheiros ririam dele por ter saído para fora da caverna, e perdido a visão, e que essa saída não vale sequer a pena. Quando enfim ele recuperado da visão tentasse convencer seus companheiros que lá fora é que havia a realidade e o belo, esses companheiros o matariam, pois sentir-se-iam ameaçados a serem forçados a subir e ficarem cegos.

Assista o vídeo abaixo 

EPIGRAFES

Epígrafe é a citação de um pensamento, de uma frase, de um provérbio ou coisa que o valha, que está relacionado com o tema ou assunto de um trabalho acadêmico, de uma monografia, de uma tese, de um projeto, de um relatório, etc.

{"Gnôthi seautón" - conhece-te a ti mesmo! - estava gravado no frontispício do templo de Delfos, na antiga Grécia síntese da filosofia da arte. Homem, conhece-te a ti mesmo, e serás bom sem sacrifício, porque todo o sacrificialismo vem da ignorância, ou da semi-ignorância, que é própria do ego: o verdadeiro EU, uma vez conhecido como tal, não conhece ignorância, ele é pura sapiência. } Livro: Filosofia da arte, Huber

O começo de todas as ciências é o espanto de as coisas serem o que são. Aristóteles
Quanto mais aumenta nosso conhecimento, mas evidente fica a nossa ignorância. John F. Kennedy
Não há nada permanente, a não ser a mudança. Heráclito
Escrever é fácil. Você começa com uma maiúscula e termina com um ponto final. No meio, coloca idéias. Pablo Neruda
Ninguém educa a ninguém, ninguém se educa a si mesmo, os homens se educam entre si mediatizados pelo mundo. Paulo Freire
A dualidade entre fatos e decisões leva à validação do conhecimento fundado nas ciências da natureza e desta forma elimina-se a praxis vital do âmbito destas ciências. A divisão positivista entre valores e fatos, longe de indicar uma solução, define um problema Jürgen Habermas.
Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. Esses quefazeres que se encontram um no corpo do outro. Enquanto ensino continuo buscando, reprocurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para constatar, constatando intervenho, intervindo educo e me educo. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a verdade. Paulo Freire
Nem tudo que se enfrenta pode ser modificado, mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado. Albert Einstein
A educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo. Paulo Freire
É do buscar e não do achar que nasce o que eu não conhecia. Clarice Lispector
Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar. Friedrich Nietzsche

CONVIVÊNCIA

A arte de viver é simplesmente a arte de conviver ... simplesmente, disse eu? Mas como é difícil! Mario Quintana

VÍDEO MOTIVACIONAL

MEU, SEU, NOSSO PLANETA TERRA!