sexta-feira, 14 de setembro de 2012
PROJETO NAVEGANDO COM O MEIO AMBIENTE
Os alunos da Escola Estadual Princesa Isabel, da 15ª CRE - CEPA, participaram de uma aula diferente, na tarde desta sexta-feira, dia 14 de Setembro. A bordo do barco-escola do IMA. Durante cerca de duas horas, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer o CELMM - Complexo Estuarino Lagonar Mundaú-Manguaba.
O barco-escola é um espaço pedagógico de educação ambiental, dentro do projeto navegando com o meio ambiente, nele os alunos recebem orientações dos monitores do IMA, onde os alunos conhecem áreas preservadas e áreas impactadas pela pressão antrópica.
No próximo dia 22 (sábado), às 7h, será a vez dos professores do CEPA participarem do projeto.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Última tartaruga de espécie gigante morre em Galápagos
BBC BRASIL
25 de junho, 2012 - 04:47 (Brasília) 07:47 GMT
Uma tartaruga gigante que, acredita-se, era a última de sua subespécie morreu nas ilhas Galápagos no último domingo, segundo informou o Parque Nacional local.
Lonesome George (George, o Solitário, em tradução livre) tinha estimados cem anos - sua subespécie, a Chelonoidis nigra abingdoni, pode chegar a viver 200. Uma autópsia será realizada para determinar a causa da morte.
Sem ter tido crias e na falta de um outro indivíduo conhecido de sua subespécie, Lonesome George ficou conhecido como a criatura mais rara do mundo.
Ao longo de décadas, ambientalistas tentaram, sem sucesso, fazer com que a tartaruga de Galápagos se reproduzisse com fêmeas das ilhas.
Autoridades do Parque Nacional da Ilha Pinta disseram que Lonesome George foi encontrado morto em sua cerca por Fausto Llerena, o homem que cuidava dele havia 40 anos.
Símbolo de Galápagos
Lonesome George foi identificado na Ilha de Pinta pela primeira vez em 1972, por um cientista húngaro. Na época, acreditava-se que sua subespécie já havia sido extinta.
A tartaruga, então, tornou-se parte de um programa de procriação no Parque Nacional de Galápagos. Depois de 15 anos em que ele viveu ao lado de uma tartaruga fêmea vinda de um vulcão próximo, Lonesome George acasalou, mas os ovos não eram férteis.
Ele também compartilhou seu espaço com tartarugas fêmeas da Ilha de Espanhola, mas, novamente, foi incapaz de procriar.
Com a morte de Lonesome George, sua subespécie deve ficar extinta
Lonesome George se tornou um símbolo das Ilhas Galápagos, que atraem 180 mil visitantes por ano.
Extinção
Autoridades do parque de Galápagos afirmam que, com a morte de Lonesome George, a subespécie de tartarugas Pinta se torna extinta.
O corpo da tartaruga provavelmente será embalsamado, para ser lembrado por gerações futuras.
As tartarugas eram abundantes nas Ilhas Galápagos até o final do século 19, quando começaram a ser caçadas por pescadores e marinheiros, atraídos pela carne do animal. Aí começou seu processo de extinção.
As diferenças na aparência das tartarugas das diferentes ilhas de Galápagos foram um dos elementos usados por Charles Darwin para formular sua Teoria da Evolução.
Cerca de 20 mil tartarugas gigantes de outras subespécies ainda vivem nas ilhas.
25 de junho, 2012 - 04:47 (Brasília) 07:47 GMT
Uma tartaruga gigante que, acredita-se, era a última de sua subespécie morreu nas ilhas Galápagos no último domingo, segundo informou o Parque Nacional local.
Lonesome George (George, o Solitário, em tradução livre) tinha estimados cem anos - sua subespécie, a Chelonoidis nigra abingdoni, pode chegar a viver 200. Uma autópsia será realizada para determinar a causa da morte.
Sem ter tido crias e na falta de um outro indivíduo conhecido de sua subespécie, Lonesome George ficou conhecido como a criatura mais rara do mundo.
Ao longo de décadas, ambientalistas tentaram, sem sucesso, fazer com que a tartaruga de Galápagos se reproduzisse com fêmeas das ilhas.
Autoridades do Parque Nacional da Ilha Pinta disseram que Lonesome George foi encontrado morto em sua cerca por Fausto Llerena, o homem que cuidava dele havia 40 anos.
Símbolo de Galápagos
Lonesome George foi identificado na Ilha de Pinta pela primeira vez em 1972, por um cientista húngaro. Na época, acreditava-se que sua subespécie já havia sido extinta.
A tartaruga, então, tornou-se parte de um programa de procriação no Parque Nacional de Galápagos. Depois de 15 anos em que ele viveu ao lado de uma tartaruga fêmea vinda de um vulcão próximo, Lonesome George acasalou, mas os ovos não eram férteis.
Ele também compartilhou seu espaço com tartarugas fêmeas da Ilha de Espanhola, mas, novamente, foi incapaz de procriar.
Com a morte de Lonesome George, sua subespécie deve ficar extinta
Lonesome George se tornou um símbolo das Ilhas Galápagos, que atraem 180 mil visitantes por ano.
Extinção
Autoridades do parque de Galápagos afirmam que, com a morte de Lonesome George, a subespécie de tartarugas Pinta se torna extinta.
O corpo da tartaruga provavelmente será embalsamado, para ser lembrado por gerações futuras.
As tartarugas eram abundantes nas Ilhas Galápagos até o final do século 19, quando começaram a ser caçadas por pescadores e marinheiros, atraídos pela carne do animal. Aí começou seu processo de extinção.
As diferenças na aparência das tartarugas das diferentes ilhas de Galápagos foram um dos elementos usados por Charles Darwin para formular sua Teoria da Evolução.
Cerca de 20 mil tartarugas gigantes de outras subespécies ainda vivem nas ilhas.
A VIAGEM DE DARVIN A BORDO DO HMS BEAGLE – PARTE 3 - GALÁPAGOS E SELEÇÃO NATURAL
Darwin tinha 26 anos quando chegou ao arquipélago de Galápagos. Este conjunto de ilhas vulcânicas situado no Pacífico, distante cerca de 1.000 Km do Equador. Apesar de ficar no arquipélago pouco mais de um mês (15 de setembro à 20 de outubro de 1835), suas observações neste arquipélago foram determinantes para divulgação da teoria de seleção natural, publicada em seu livro A Origem das Espécies Darwin visitou apenas 4 ilhas: San Cristóbal (Chatham Island), depois Floreana (Charles Island), Isabela e Santiago.
A primeira impressão que Darwin teve da ilha que visitou ( San Cristóbal) não foi nada boa. Em seu diário de bordo ele escreveu: "Nada poderia ser menos convidativo do que esse primeiro relance" e ainda "A superfície seca e crestada, aquecida pelo sol do meio-dia, deixava o ar abafado, opressivo como em um forno; tínhamos a impressão de que até os arbustos cheiravam mal". Mas essa percepção inicial não durou muito tempo. Logo, Darwin observou a vegetação e percebeu que nem todos os arbustos raquíticos eram desfolhados, alguns estavam até floridos, suas folhas e flores eram muito menores do que todas as que Darwin já havia visto. Os cactos eram esparsos e alguns bem altos. Observou também enormes lagartos negros que rastejavam pelas rochas, e no meio deles corriam pequenos caranguejos escarlate, procurando carrapatos para comer. Seguiu uma trilha e se encantou quando encontrou as tartarugas-gigantes. Conta em seu diário que até mesmo subiu no casco de uma delas e que a tartaruga pareceu não se importar com a sua presença.

A ilha Charles (ou Santa Maria) era habitada por prisioneiros políticos. Lá Darwin observou as elevações, as lavas vulcânicas que formavam a ilha, também se encantou com samambaias gigantes.
Em Albemarle (Ilha Isabela), Darwin viu "imensos transbordamentos de pura lava negra. Também estudou atentamente os iguanas marinhos, únicos lagartos marinhos do mundo. Ele destaca que os animais de Galápagos não estranhavam os seres humanos e que até pode puxar a cauda de um iguana. As aves também não tinham adquirido temor aos seres humanos, já que as ilhas não eram habitadas. Então, ele pode observar de perto 14 espécies relacionadas de tentilhões do género Fringilla com pequenas variações entre eles. Diferiam principalmente no tamanho e na forma do bico, que poderia estar relacionado com o tipo de alimentação.
Assim, Darwin formulou a hipótese de que as variações encontradas era devido à modificação de uma espécie para chegar a fins diferentes. «É possível imaginar que algumas espécies de aves neste arquipélago derivam de um número pequeno de espécies de aves encontradas originalmente e que se modificaram para diferentes finalidades.» ENTÃO a teoria da evolução das espécies começava a ganhar forma, apesar de contradizer tudo o que se conhecia até então. Darwin percebeu que cada ilha era «habitada por um conjunto diferente de criaturas» e descobriu que o vice-governador da colónia era capaz de identificar rapidamente a ilha de onde provinha uma tartaruga através da sua carapaça. Darwin concluiu, que Galápagos era "um universo em miniatura".
A viagem de Darwin prossegue, chegando até o continente Australiano, onde o naturalista se encanta com os marsupiais. A expedição prossegue pelo oceano índico, visitando as ilhas Cocos, onde Darwin estuda os bancos de corais, e as ilhas Maurícias. Passa o cabo da Boa Esperança em Junho de 1836, e depois de mais uma passagem pelo Brasil, onde chega em Agosto, regressa finalmente a casa em Outubro de 1836.
Ao terminar a viagem no Beagle, Darwin tinha se transformado em um naturalista experiente e passou a dedicar sua vida à pesquisa científica, passando a não mais acreditar na imutabilidade das espécies e a teorizar sobre a seleção natural, pela qual o indivíduo mais bem adaptado de cada população sobrevive e deixa descendente, ao contrário dos menos adaptados.
Redige o Diário de Viagem do Beagle e prepara a obra em vários volumes As Observações Geológicas na América do Sul e Zoologia da Viagem do Beagle. Em Julho de 1837, no seu caderno B sobre a teoria da transmutação, surge a primeira representação de uma árvore evolutiva, sobre a qual Darwin escreveu «Penso que».
Em 1858, Darwin recebe uma carta de Alfred Wallace, procedente da Malásia com um ensaio onde Wallace descreve a tendência das variedades para se desviarem indefinidamente do tipo original. Vendo que o seu correspondente defende uma teoria da evolução por seleção natural quase igual à sua, Darwin decide apresentá-la à comunidade científica na Linnean Society of London, numa comunicação conjunta Wallace/Darwin. Mas o anúncio da maior descoberta científica do século é recebido com indiferença. Darwin, decide então publicar a sua teoria em livro, e em pouco menos de um ano completa e publica A Origem das Espécies , em 24 de Novembro de 1859. O livro, com tiragem de mil duzentos e cinquenta exemplares, esgotou-se no primeiro dia de vendas e foi um enorme sucesso tanto na Grã-Bretanha como no resto do mundo. O livro é considerado um dos livros mais importantes da história da Biologia. Nele, Darwin propõe a teoria de que os organismos vivos evoluem gradualmente através da seleção natural.
Fontes consultadas
http://www.britishcouncil.org/BR/texto_sobre_charles_darwin_para_site.pdf
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u497615.shtml
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gal%C3%A1pagos
http://educacao.uol.com.br/ciencias/viagem-de-darwin-navegando-pelo-mundo-darwin-revolucionou-ciencia.jhtm
http://www.slideshare.net/ladonordeste/charles-darwin-1044346
Charles Darwin, um naturalista que revolucionou a Ciência. Um observador preciso, pesquisador incansável e cientista brilhante.
Espero que tenham gostado destes posteres sobre Darwin. A cada semana uma nova biografia.
Agora uma tirinha para descontrair
A primeira impressão que Darwin teve da ilha que visitou ( San Cristóbal) não foi nada boa. Em seu diário de bordo ele escreveu: "Nada poderia ser menos convidativo do que esse primeiro relance" e ainda "A superfície seca e crestada, aquecida pelo sol do meio-dia, deixava o ar abafado, opressivo como em um forno; tínhamos a impressão de que até os arbustos cheiravam mal". Mas essa percepção inicial não durou muito tempo. Logo, Darwin observou a vegetação e percebeu que nem todos os arbustos raquíticos eram desfolhados, alguns estavam até floridos, suas folhas e flores eram muito menores do que todas as que Darwin já havia visto. Os cactos eram esparsos e alguns bem altos. Observou também enormes lagartos negros que rastejavam pelas rochas, e no meio deles corriam pequenos caranguejos escarlate, procurando carrapatos para comer. Seguiu uma trilha e se encantou quando encontrou as tartarugas-gigantes. Conta em seu diário que até mesmo subiu no casco de uma delas e que a tartaruga pareceu não se importar com a sua presença.

A ilha Charles (ou Santa Maria) era habitada por prisioneiros políticos. Lá Darwin observou as elevações, as lavas vulcânicas que formavam a ilha, também se encantou com samambaias gigantes.
Em Albemarle (Ilha Isabela), Darwin viu "imensos transbordamentos de pura lava negra. Também estudou atentamente os iguanas marinhos, únicos lagartos marinhos do mundo. Ele destaca que os animais de Galápagos não estranhavam os seres humanos e que até pode puxar a cauda de um iguana. As aves também não tinham adquirido temor aos seres humanos, já que as ilhas não eram habitadas. Então, ele pode observar de perto 14 espécies relacionadas de tentilhões do género Fringilla com pequenas variações entre eles. Diferiam principalmente no tamanho e na forma do bico, que poderia estar relacionado com o tipo de alimentação.
Assim, Darwin formulou a hipótese de que as variações encontradas era devido à modificação de uma espécie para chegar a fins diferentes. «É possível imaginar que algumas espécies de aves neste arquipélago derivam de um número pequeno de espécies de aves encontradas originalmente e que se modificaram para diferentes finalidades.» ENTÃO a teoria da evolução das espécies começava a ganhar forma, apesar de contradizer tudo o que se conhecia até então. Darwin percebeu que cada ilha era «habitada por um conjunto diferente de criaturas» e descobriu que o vice-governador da colónia era capaz de identificar rapidamente a ilha de onde provinha uma tartaruga através da sua carapaça. Darwin concluiu, que Galápagos era "um universo em miniatura".
A viagem de Darwin prossegue, chegando até o continente Australiano, onde o naturalista se encanta com os marsupiais. A expedição prossegue pelo oceano índico, visitando as ilhas Cocos, onde Darwin estuda os bancos de corais, e as ilhas Maurícias. Passa o cabo da Boa Esperança em Junho de 1836, e depois de mais uma passagem pelo Brasil, onde chega em Agosto, regressa finalmente a casa em Outubro de 1836.
Ao terminar a viagem no Beagle, Darwin tinha se transformado em um naturalista experiente e passou a dedicar sua vida à pesquisa científica, passando a não mais acreditar na imutabilidade das espécies e a teorizar sobre a seleção natural, pela qual o indivíduo mais bem adaptado de cada população sobrevive e deixa descendente, ao contrário dos menos adaptados.
Redige o Diário de Viagem do Beagle e prepara a obra em vários volumes As Observações Geológicas na América do Sul e Zoologia da Viagem do Beagle. Em Julho de 1837, no seu caderno B sobre a teoria da transmutação, surge a primeira representação de uma árvore evolutiva, sobre a qual Darwin escreveu «Penso que».
Em 1858, Darwin recebe uma carta de Alfred Wallace, procedente da Malásia com um ensaio onde Wallace descreve a tendência das variedades para se desviarem indefinidamente do tipo original. Vendo que o seu correspondente defende uma teoria da evolução por seleção natural quase igual à sua, Darwin decide apresentá-la à comunidade científica na Linnean Society of London, numa comunicação conjunta Wallace/Darwin. Mas o anúncio da maior descoberta científica do século é recebido com indiferença. Darwin, decide então publicar a sua teoria em livro, e em pouco menos de um ano completa e publica A Origem das Espécies , em 24 de Novembro de 1859. O livro, com tiragem de mil duzentos e cinquenta exemplares, esgotou-se no primeiro dia de vendas e foi um enorme sucesso tanto na Grã-Bretanha como no resto do mundo. O livro é considerado um dos livros mais importantes da história da Biologia. Nele, Darwin propõe a teoria de que os organismos vivos evoluem gradualmente através da seleção natural.
Fontes consultadas
http://www.britishcouncil.org/BR/texto_sobre_charles_darwin_para_site.pdf
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u497615.shtml
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gal%C3%A1pagos
http://educacao.uol.com.br/ciencias/viagem-de-darwin-navegando-pelo-mundo-darwin-revolucionou-ciencia.jhtm
http://www.slideshare.net/ladonordeste/charles-darwin-1044346
Charles Darwin, um naturalista que revolucionou a Ciência. Um observador preciso, pesquisador incansável e cientista brilhante.
Espero que tenham gostado destes posteres sobre Darwin. A cada semana uma nova biografia.
Agora uma tirinha para descontrair
Para refletir
“Se a sustentabilidade representa o lado mais objetivo, ambiental, econômico e social da gestão dos bens naturais e de sua distribuição, o cuidado denota mais seu lado subjetivo: as atitudes, os valores éticos e espirituais que acompanham todo esse processo, sem os quais a própria sustentabilidade não acontece ou não se garante a médio e longo prazos”.
Leonardo Boff
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
IMPLANTANDO PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS NA ESCOLA
Quais características uma Escola deve possuir para ser sustentável?
Como identificar e promover atitudes sustentáveis?
Eis algumas DICAS:
- Criar COM-VIDA - Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida.
- Fazer a Coleta Seletiva do lixo escolar e oferecer a comunidade escolar oficinas de reciclagem.
- Pensar antes de imprimir.
- Criar um bicicletário, estimulando este tipo de transporte.
- Deixar cerca de 80% do solo com permeabilidade natural do terreno,estimulando a implantação de jardins.
- Estimular o plantio e o cuidado de árvores, com reestruturação de algumas áreas verdes.
- Reaproveitar a água das chuvas nas áreas verdes, tendo o cuidado no armazenamento da mesma.
- Criar uma horta escolar com alimentos ou uma horta de plantas medicinais.
- Fazer compostagem do lixo orgânico.
- Oferecer uma merenda escolar com cardápio variado que inclua frutas, verduras e legumes.
- Garantir a acessibilidade dos alunos com necessidades especiais.
- Fazer o tratamento acústico das salas de aula.
- Observar a ventilação, claridade e limpeza das salas de aulas.
- Promover campanhas ambientais para estimular a economia de água, papel e energia.
- Coletar óleo da comunidade para reciclagem (oficina de sabão).
- Realizar mutirões de limpeza que envolva toda comunidade escolar.
- Criar um ambiente agradável e respeitoso na Escola.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Erva Daninha Danadinha e Disseminação de Sementes
Caminhando semana passada por entre o sítio, fotografei esta planta cosmopolita, ou seja, comum a várias regiões do mundo, conhecida como PICÃO-PRETO. A forma de disseminação das sementes desta planta é bem interessante. Então, fui pesquisar um pouco sobre ela para postar aqui no blog.
CURIOSIDADES: O nome científico do picão=preto é Bidens pilosa. Esta denominação vem do latim,
Bidenssignifica dois dentes (na foto você percebe duas ou quatro projeções em cada semente de cor preta) e
pilosadevido a presença de pelos nas bracteas. Pertencente a Família Asteraceae, esta planta é encontrada praticamente em todo território brasileiro, sendo considerada pelos agricultores como uma erva daninha, pois tem alto potencial competitivo, podendo ser hospedeira de nematóides, fungos e pulgões prejudiciais a lavoura.
Esta plantinha também têm o seu potencial farmacológico, sendo usada para preparações medicinais. Por exemplo, os nativos da Amazônia a utilizam para tratar malária, hepatite e infecções.
Sobre a interessante forma de dispersão das sementes através das unidades de dispersão ou diásporos(do grego “diáspora” = dispersão) podemos acrescentar que este tipo de disseminação é chamada de epizoocoria, isto porque as sementes grudam nos pelos dos animaise estes as disseminam acidentalmente na natureza (as sementes pegam carona nos pelos dos animais). Tais sementinhas danadinhas têm alto poder de dormência, podendo levar até 10 anos para germinarem.
DICA No Portal do PROFESSOR tem roteiros de Aulas sobre este tema, consulte os endereços abaixo
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=15631
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=24831
Simplesmente Simples.
Somos Educadores, lidamos com pessoas, precisamos ser solidários com nossos semelhantes. Portanto, educadores e educadoras, parece-me que o mais importante para se considerar realizado é saber escutar, perceber que tudo está ligado a tudo, que a transformação é constante e que não é a TERRA que nos pertence, mas nós é que pertencemos a ela.Hamilton Werneck.
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