segunda-feira, 10 de setembro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
ARMADILHAS ARTESANAIS: CAIÇARAS
Faz parte da cultura pesqueira alagoana a pesca através de armadilhas artesanais conhecidas como caiçaras. A palavra 'caiçara' tem origem tupi-guarani: ‘caa’ = pau, mato + ‘içara’ = armadilha, ou seja, armadilha feita de galhos e varas entrelaçados, utilizada pelos índios que, com o tempo, passou a identificar pescadores que utilizavam esse sistema artesanal de pesca. Os galhos das árvores dos manguezais são dispostos em círculo formando um cerco fixo. Ao se aproximar do mangue o cardume de peixe acaba entrando no cerco (conhecido também como curral), ficando ali retido até a chegada do pescador. Como pesca de subsistência artesanal é uma importante atividade econômica, cultural e de identidade do CELMM. Porém os pescadores devem ser orientados a retirarem APENAS galhos, preservando assim os manguezais da região.
O EXERCÍCIO DIÁRIO DE VER E PERCEBER
VER E PERCEBER
"Ver" é um dos sentidos de privilegio unicamente dos olhos, já o sentido de "perceber" é mais abrangente, pois se pode perceber coisas, utilizando o sentido do tato, olfato, paladar e até mesmo da instituição. Perceber algo, pode ser conclusivo,pode ser algo concreto ou abstrato.
Ver é o simples fato de olhar para algo e enxergá-lo.
Já perceber é quando se observa detalhes.
Muitas vezes usamos essas palavras como sinônimo para designar o simples ato de olhar.
A capacidade de olhar e perceber muito do que se apresenta aos nossos olhos nos remete a um comportamento que deve ser cultivado a todo instante.
A leitura do poema "Ver vendo", de Otto Lara Rezende, nos faz refletir sobre isto.Vamos então ao POEMA:
De tanto ver, a gente banaliza o olhar - vê... não vendo.
Experimente ver, pela primeira vez, o que você vê todo dia sem ver.
Parece fácil, mas não é: o que nos cerca, o que nos é
Familiar, já não desperta curiosidade.
O campo visual da nossa retina é como um vazio.
Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta.
Se alguém lhe perguntar o que você vê no caminho, você não sabe.
De tanto ver, você banaliza o olhar. Sei de um profissonal que,
Passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório.
Lá estava sempre, pontualíssimo, o porteiro. Dava-lhe bom dia e,
Às vezes, lhe passava um recado ou uma correspondência.
Um dia o porteiro faleceu. Como era ele? Sua cara? Sua voz?
Como se vestia? Não fazia a mínima ideia.
Em 32 anos nunca conseguiu vê-lo.
Para ser notado, o porteiro teve que morrer.
Se, um dia, em seu lugar estivesse uma girafa cumprindo o rito,
Pode ser, também, que ninguém desse por sua ausência.
O hábito suja os olhos e baixa a voltagem. Mas há sempre
O que ver: gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.
Uma criança vê o que um adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos
Para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira
Vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que raramente vê o
Próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher.
Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos.
... é por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.
Fica ai uma REFLEXÃO
Será que temos visto e percebido as pessoas e as coisas ao nosso redor?
O exercício de fotografar aperfeiçoa o exercício do olhar. A fotografia amplia o sentido daquilo que vemos e percebemos.
Uma fotografia é sempre uma
imagem dupla:
mostra seu objeto e
– mais ou menos visível –
‘atrás’, o ‘contradisparo’,
a imagem daquele que
fotografa, no momento de
fotografar.
Win Wenders
15ª CRE - URAP - Glaucia Esteves da Silva
"Ver" é um dos sentidos de privilegio unicamente dos olhos, já o sentido de "perceber" é mais abrangente, pois se pode perceber coisas, utilizando o sentido do tato, olfato, paladar e até mesmo da instituição. Perceber algo, pode ser conclusivo,pode ser algo concreto ou abstrato.
Ver é o simples fato de olhar para algo e enxergá-lo.
Já perceber é quando se observa detalhes.
Muitas vezes usamos essas palavras como sinônimo para designar o simples ato de olhar.
A capacidade de olhar e perceber muito do que se apresenta aos nossos olhos nos remete a um comportamento que deve ser cultivado a todo instante.
A leitura do poema "Ver vendo", de Otto Lara Rezende, nos faz refletir sobre isto.Vamos então ao POEMA:
De tanto ver, a gente banaliza o olhar - vê... não vendo.
Experimente ver, pela primeira vez, o que você vê todo dia sem ver.
Parece fácil, mas não é: o que nos cerca, o que nos é
Familiar, já não desperta curiosidade.
O campo visual da nossa retina é como um vazio.
Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta.
Se alguém lhe perguntar o que você vê no caminho, você não sabe.
De tanto ver, você banaliza o olhar. Sei de um profissonal que,
Passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório.
Lá estava sempre, pontualíssimo, o porteiro. Dava-lhe bom dia e,
Às vezes, lhe passava um recado ou uma correspondência.
Um dia o porteiro faleceu. Como era ele? Sua cara? Sua voz?
Como se vestia? Não fazia a mínima ideia.
Em 32 anos nunca conseguiu vê-lo.
Para ser notado, o porteiro teve que morrer.
Se, um dia, em seu lugar estivesse uma girafa cumprindo o rito,
Pode ser, também, que ninguém desse por sua ausência.
O hábito suja os olhos e baixa a voltagem. Mas há sempre
O que ver: gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.
Uma criança vê o que um adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos
Para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira
Vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que raramente vê o
Próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher.
Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos.
... é por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.
Fica ai uma REFLEXÃO
Será que temos visto e percebido as pessoas e as coisas ao nosso redor?
O exercício de fotografar aperfeiçoa o exercício do olhar. A fotografia amplia o sentido daquilo que vemos e percebemos.
Uma fotografia é sempre uma
imagem dupla:
mostra seu objeto e
– mais ou menos visível –
‘atrás’, o ‘contradisparo’,
a imagem daquele que
fotografa, no momento de
fotografar.
Win Wenders
15ª CRE - URAP - Glaucia Esteves da Silva
POR DENTRO DO CELMM
Escolhi a fotografia para o calendário ambiental do mês de Setembro do CELMM. Mas você sabe o que é CELMM?
CELMM é a sigla do Complexo Estuarino Lagunar Mundaú-Manguaba, localizado no Estado de Alagoas, Brasil. Encontra-se situado no nível da planície litorânea,estando delimitado pelas encostas dos tabuleiros costeiros de Alagoas. O Complexo abrange sete municípios: Maceió, Rio Largo, Satuba, Santa Luzia do Norte, Coqueiro Seco, Marechal Deodoro e Pilar. É formado pelos rios Mundaú, que desagua na lagoa de mesmo nome e pelos rios Paraíba do meio e Sumaúma, que desaguam na lagoa Manguaba. As duas lagoas se interligam em sua porção final, formando canais que terminam em uma única comunicação com o mar. A Lagoa Manguaba pois possui 42 km² e a Mundaú 27 km², existindo 12 km² de Zona de Canais. Esta região têm uma grande produtividade primária, porém é muito vulnerável ecológica e ambientalmente.
Conscientizar para preservar, esta tem sido a nossa proposta na 15ª CRE, quando inserimos os nossos alunos neste importante projeto de Educação Ambiental do IMA. Estamos levando os alunos em aulas de campo no barco-escola, dentro do Projeto Navegando com o Meio Ambiente. Nas aulas ministradas no barco-escola do IMA, os alunos recebem informações sobre os aspectos biológicos, sócio-econômicos e culturais do Complexo, sendo todo esforço feito para conscientizá-los sobre a importância de preservar este lugar.
É VIVENDO CONSCIÊNCIA e COM CIÊNCIA!
As fotos abaixo foram tiradas durante tais aulas e mostram a magnitude e fragilidade deste Bioma.
CELMM é a sigla do Complexo Estuarino Lagunar Mundaú-Manguaba, localizado no Estado de Alagoas, Brasil. Encontra-se situado no nível da planície litorânea,estando delimitado pelas encostas dos tabuleiros costeiros de Alagoas. O Complexo abrange sete municípios: Maceió, Rio Largo, Satuba, Santa Luzia do Norte, Coqueiro Seco, Marechal Deodoro e Pilar. É formado pelos rios Mundaú, que desagua na lagoa de mesmo nome e pelos rios Paraíba do meio e Sumaúma, que desaguam na lagoa Manguaba. As duas lagoas se interligam em sua porção final, formando canais que terminam em uma única comunicação com o mar. A Lagoa Manguaba pois possui 42 km² e a Mundaú 27 km², existindo 12 km² de Zona de Canais. Esta região têm uma grande produtividade primária, porém é muito vulnerável ecológica e ambientalmente.
Conscientizar para preservar, esta tem sido a nossa proposta na 15ª CRE, quando inserimos os nossos alunos neste importante projeto de Educação Ambiental do IMA. Estamos levando os alunos em aulas de campo no barco-escola, dentro do Projeto Navegando com o Meio Ambiente. Nas aulas ministradas no barco-escola do IMA, os alunos recebem informações sobre os aspectos biológicos, sócio-econômicos e culturais do Complexo, sendo todo esforço feito para conscientizá-los sobre a importância de preservar este lugar.
É VIVENDO CONSCIÊNCIA e COM CIÊNCIA!
As fotos abaixo foram tiradas durante tais aulas e mostram a magnitude e fragilidade deste Bioma.
sábado, 8 de setembro de 2012
URTIGA EM FLOR
Singela e delicada, esta pequenina e alva flor, brota em meio a minúsculos pelos duros que cobrem as folhas e os caules e que, em contato com a pele, provoca comichão e irritação e, por vezes, dor, devido aos químicos naturais que estão na sua composição. Fiz esta foto ontem:
O que causa a ardência são substâncias secretadas por minúsculos pelos espalhados por toda a extesnão da planta. A parte inferior destes pelos possui muito cálcio, o que garante sua rigidez, entretanto sua ponta é frágil e pode se quebrar muito facilmente.
Entre as substãncias liberadas estão principalmente a histamina, acetilcolina e ácido fórmico (H2CO2- sua origem do latim formica, que significa formiga) que em contato com a pele, provocam vermelhidão, a dilatação dos vasos sangüíneos e inflamações de intensidades variáveis. Em caso de acidentes, passar leite de magnésio no local pode diminuir a dor.
O que causa a ardência são substâncias secretadas por minúsculos pelos espalhados por toda a extesnão da planta. A parte inferior destes pelos possui muito cálcio, o que garante sua rigidez, entretanto sua ponta é frágil e pode se quebrar muito facilmente.
Entre as substãncias liberadas estão principalmente a histamina, acetilcolina e ácido fórmico (H2CO2- sua origem do latim formica, que significa formiga) que em contato com a pele, provocam vermelhidão, a dilatação dos vasos sangüíneos e inflamações de intensidades variáveis. Em caso de acidentes, passar leite de magnésio no local pode diminuir a dor.
A VIAGEM DE DARVIN A BORDO DO HMS BEAGLE – PARTE 2
“Durante a minha viagem a bordo do navio HMS (His/Her; Majesty's; Ship) Beagle, na condição de naturalista, fiquei profundamente impressionado com certos factos relativos à distribuição das populações da América do Sul e com as relações geológicas existentes entre os habitantes do presente e do passado desse continente. Estes factos pareciam-se lançar alguma luz sobre a origem das espécies – esse mistério dos mistérios”. Charles Darwin
Uma curiosidade que descobri esta semana foi que a expedição em que Darwin participou foi a segunda do navio HMS Beagle. Na primeira expedição(1826) o navio realizou o levantamento hidrográfico das águas costeiras da Patagônia e da Terra do Fogo. Nesta expedição o comandante do navio era o capitão Pringle Stokes, que cometeu suicídio após uma depressão pelo isolamento em 1828. Foi por este fato que o comando do Beagle passou para FritzRoy. De volta a Inglaterra, FritzRoy levou consigo quadro indígenas fuegianos, uma das etnias da Terra do fogo. Após a exibição destes a eventos sócias, inclusive a corte inglesa, como selvagens, FritzRoy planejou uma nova expedição para o Beagle, na qual empenhou significativa parte da fortuna da sua família.
Em 1831, Darwin inicia a expedição e começa o seu relato a cerca da viagem dizendo assim: “Depois de ter sido arremessado duas vezes pelo vento a sudoeste, o barco de sua majestade, partiu de Davenport em 27 de Dezembro de 1831”
Mais tarde, escrevendo sobre a viagem ele diz: “Pelo que posso julgar, eu trabalhei bastante durante a viagem não só por mero prazer de investigar mas também pelo meu grande desejo de adicionar alguns factos ao enorme conhecimento das Ciências Naturais”
A relação de Darwin com o mar não era das melhores, uma vez que passava grande parte do tempo enjoado. No navio, Darwin partilhou uma pequena cabina situada na popa, de 3 m por 3,3 m, com mais dois oficiais da marinha. Durante o dia a cabina era utilizada como casa dos mapas, como biblioteca (com cerca de 245 volumes) e ainda como laboratório onde Darwin preparava os espécimes. Depois do jantar, o jovem naturalista pendurava na cabina uma rede que lhe servia de cama. O espaço era tão apertado que Darwin tinha de remover uma gaveta para ter espaço para os pés.
A primeira parada do HMS Beagle estava prevista para ilhas Canárias, fato que não ocorreu porque havia uma epidemia de cólera na Grã-Bretanha e as autoridades espanholas proibiram os barcos britânicos de atracar em Terra, pois não queriam que houvesse qualquer possibilidade de contágio. Logo, a primeira parada do Beagle foi na ilha vulcânica de Santiago, no arquipélogo de Cabo Verde. Sobre este momento, Darwin escreveu: “Aqui foi onde em vi pela primeira vez a glória da vegetação tropical. Tâmaras, bananas e palmeiras floresciam no meu caminho. Eu voltei para o navio, pisando rochas vulcânicas, vendo novos insectos pousando em novas flores. Tem sido para mim um dia glorioso, como quando se dá visão a uma homem cego”.
Em fevereiro de 1832, Darwin chega ao Brasil, recebe o apelido de Philos e faz coleções pessoais de espécimes. Ele se impressionou com o arquipélago de São Pedro e São Paulo, antes de passar por Fernando de Noronha. Fascinado pela exuberância da natureza tropical na Bahia ele declara «… nunca tinha sentido tão grande encantamento». Mas fica chocado com a forma com que os escravos são tratados no Rio de Janeiro: “Perto do Rio de Janeiro vivi frente a uma velha senhora que tinha um instrumento para esmagar os dedos das suas escravas. E fiquei numa casa onde um jovem mulato era insultado, espancado e perseguido todos os dias e todas as horas. Era o suficiente para quebrar o espírito até do animal mais baixo”.
Em seus registros no Rio, Darwin anota que “poucos dias depois de nossa chegada, conheci um inglês que se preparava para visitar suas propriedades, situadas a pouco mais de 100 milhas [160 km] da capital, ao norte de Cabo Frio. Ele teve a gentileza de me convidar como companhia, o que aceitei com prazer”. A vista e as cores na passagem de Praia Grande [atual Niterói] absorve toda a atenção de Darwin ao menos até o meio-dia, quando o grupo pára para almoço em “Ithacaia”, aldeia cercada por choças ocupadas por negros escravos. Ainda sobre o Brasil, ele escreve:
“Se ao que a Natureza concedeu ao Brasil, o homem adicionasse seus justos e prósperos esforços, que país seus habitantes não poderiam vangloriar. Mas onde a maior parte resta em estado de escravidão e onde este sistema é mantido por um impedimento completo da educação, a força motriz das ações humanas, o que se pode esperar senão que o todo seja poluído pela sua parte”. — Diário do Beagle, 17 de março de 1832
Em novembro de 1832, já na cidade de Montevideu, Darwin recebe uma cópia do segundo volume dos Princípios da Geologia de Lyell. A certos intervalos, o Beagle retornava a portos em que a correspondência poderia ser recebida e onde as anotações do diários de Darwin e suas coleções eram mandadas de volta para Inglaterra.
Na Chegada a Terra do fogo, Darwin fica perplexo com o estado selvagem dos nativos, em grande contraste com o comportamento dos três fuegianos civilizado (um deles morreu na Inglaterra), sobre isto ele descreve o primeiro encontro com os nativos fueguianos como sendo "sem exceção o espetaculo mais interessante e curioso que ele já tinha visto: eu não podia acreditar quão grande era a diferença entre os selvagens e os homens civilizados: era maior do que de um animal selvagem e um doméstico, visto que o homem tem um grande poder de melhoramento."
Durante a viagem do Beagle, Darwin fez escavações na Patagônia, onde encontrou fósseis de mamíferos já extintos. Darwin descobriu o fóssil de um animal gigantesco, com a organização esquelética muito semelhante à dos tatus que hoje habitam o continente sul-americano. Junho de 1834, depois de dois anos e meio de viagem, o Beagle chega finalmente ao oceano Pacífico, contornando o estreito de Magalhães.
Em janeiro de 1835 Darwin assiste a erupção do vulcão Osorno, no Chile. Em 20 de fevereiro, presencia um Terremoto. A partir de Valparaíso, Darwin fez uma expedição aos Andes, chegou a mais de 1.000 metros de altitude e encontrou fósseis de conchas. Foi nesse momento que ele pôde perceber que as adaptações aconteciam de acordo com cada ambiente: selvas brasileiras, pampas argentinos e os Andes. A essa altura, Darwin já estava questionando a imutabilidade das espécies, o conceito estático da Terra.
A expedição chega a Galápagos em 15 de Setembro de 1835. Esta foi a etapa mais importante da viagem de Darwin no HMS Beagle. Vou fazer o próximo post só dedicado a Galápagos e as conclusões de Darwin para formular a teoria da seleção natural. A trilogia continua na próxima semana...
Fontes consultadas
http://www.cienciaartemagia.ufba.br/darwinnabahia/aviagemdobeagle.html
http://www.darwin2009.cienciaviva.pt/darwin/Beagle/locais/
http://www.slideshare.net/ladonordeste/charles-darwin-1044346
http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Viagem_do_Beagle
http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/darwin_no_brasil_-_encanto_com_a_natureza_e_choque_com_a_escravidao.html
http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Evolucao/evolucao15.ph
Se você lê bem em Inglês, poderá ler o diário de bordo do Beagle em
http://darwin-online.org.uk/content/frameset?viewtype=text&itemID=EHBeagleDiary&pageseq=1
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